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gell, umeda, árvore da vida

A imagem é fantástica!



Veja a legenda:


[Figura 8.1 - A tripla analogia. Ilustração de Alfred Gell (1999), "The Language of the Forest," reproduzida em The Art of Anthropology ].
Podemos imaginar o mundo/paisagem Umeda como uma série de gestos articulatórios, de formas silábicas moldadas dentro do trato oral (microcosmo) e o macrocosmo consistindo do corpo, de relações sociais mediadas através do corpo, e outras formas naturais, particularmente árvores, e o ambiente físico que o abrange (242).

No habitat florestal da Nova Guiné [uma mata densa, intocada]… a audição é relativamente dominante (em relação à visão) como modalidade sensorial para codificar o ambiente como um todo… o Umeda, e linguagens como o Umeda, são fonologicamente icônicos, porque evocam uma realidade que é ela mesma 'ouvida' e imaginada em código auditivo, enquanto idiomas como o inglês são não-icônicos porque evocam uma realidade que é 'vista' e imaginada em código visual (247-248).

Mesmo uma participação de segunda mão na alteridade subverte as restrições conceituais que motivam nosso senso do real e, por derivação, nossas concepções do poético (257).

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